Marília Scarabello

Sem título (Brasil)
São Paulo, 2020-21
This work consists in a series of photographs of a soap bar taken at different moments of its use. The piece began in March 2020, coinciding with the beginning of the quarantine in Sao Paulo. Every morning, after washing her face with the soap bar that she had bought at the local pharmacy, Scarebello took a photo of its state against the backdrop of her bathroom sink. Over a span of two months, the artist registered its dissolution. The process ended with its complete disappearance at the beginning of 2021 (from the artist’s website).
Sin título [Brasil] es una obra que se presenta como una serie de fotografías de un jabón en diferentes momentos de uso. Las obras comenzaron a mediados de marzo de 2020, coincidiendo con el inicio de la cuarentena en el estado de São Paulo. Todos los días, por la mañana, después de lavarme la cara con jabón comprado en una farmacia, fotografié su estado actual en el fondo del fregadero. Lo que registré a lo largo de los meses fue su degradación. El proceso concluyó con su completa desaparición a principios de 2021 (Del sitio web de la artista).
Sem título [Brasil] é um trabalho que se apresenta como uma série de fotografias de um sabonete em momentos distintos de uso. O trabalho se iniciou em meados de março de 2020, coincidindo com o início da quarentena no estado de São Paulo. Todos os dias, pela manhã, após lavar o rosto com o sabonete adquirido em uma farmácia, fotografei sua atual condição no fundo da pia. O que registrei ao longo dos meses foi a sua degradação. O processo se concluiu com seu completo desaparecimento no início de 2021 (Do site da artista).

Bandeira [fragmento 1]
São Paulo, 2021
Two-thousand white polyester wristbands, printed with the words ‘Ninguém vai tombar nossa bandeira’ (No one will bring our flag down). Installation at the Centro Cultural da Diversidade, São Paulo, as part of the collective show Ninguém vai tombar nossa Bandeira, curated by Julia Lima. Passers-by were welcome to take a wristband, thereby disseminating the message throughout the city (from the artist’s website).
Dos mil cintas blancas de poliéster con la frase ‘A nadie se le caerá nuestra bandera’. Instalación realizada en la valla del Centro Cultural da Diversidade (São Paulo), con motivo de la exposición colectiva Ninguém vai tombar nossa bandeira curada por Julia Lima, la obra invita a los transeúntes a detenerse para mirar y tocar las cintas. Los transeúntes podían llevarse las cintas, diseminando así el mensaje a través de la ciudad (del sitio web de la artista).
Duas mil fitas brancas de poliéster com a impressão da frase ‘Ninguém vai tombar nossa bandeira’. Instalação realizada no gradil do Centro Cultural da Diversidade (São Paulo), na ocasião da exposição coletiva Ninguém vai tombar nossa bandeira com curadoria de Julia Lima.O travalho convida o passante a fazer uma pausa para olhar e tocar as fitas. Foi feito para se entregar fisicamente às pessoas e se dissipar pela cidade (do site da artista).

Bandeira [fragmento 2]
Niterói, 2022
Fifteen-thousand thousand white polyester wristbands, printed with the words ‘Não se esqueça que eu venho do Brasil’ (Don’t forget that I come from Brazil). Installation on the access ramp of the MAC-Niterói, as part of the collective exhibition Território Vento, curated by Felippe Moraes, with the assistance of Ana Carla Soler.
A fragment of “Bandeira”, multiplied 15 thousand times and tied to the handrail of the MAC-Niterói ramp, inviting passers-by to pause to observe and touch the wristbands, the Rio de Janeiro landscape, and to feel the wind. Passers-by were welcome to take a wristband, thereby disseminating the message throughout the city (from the artist’s website).
15 mil cintas blancas de poliéster con la frase ‘No olvides que vengo de Brasil’ impresa. Instalación realizada en la rampa del MAC-Niterói con motivo de la exposición colectiva Território Vento, curada por Felippe Moraes y asistida por Ana Carla Soler.
Un fragmento de la “Bandera” multiplicado 15 mil veces y atado a la barandilla del MAC-Niterói invita a los transeúntes a detenerse para mirar y tocar las cintas, el paisaje de Río de Janeiro y sentir el viento. La obra fue hecha para ser entregada físicamente a las personas y diseminada por las ciudades (desde el sitio web de la artista).
15 mil fitas brancas de poliéster com a impressão da frase ‘Não se esqueça que eu venho do Brasil’. Instalação realizada na rampa do MAC-Niterói na ocasião da exposição coletiva Território Vento com curadoria de Felippe Moraes e assistência de Ana Carla Soler.
Um fragmento de “Bandeira” multiplicado 15 mil vezes e amarrado no guarda-corpo do MAC- Niterói convida o passante a fazer uma pausa para olhar e tocar as fitas, a paisagem do Rio de Janeiro e sentir o vento. O trabalho foi feito para se entregar fisicamente às pessoas e se dissipar pelas cidades (do site da artista).

Capacho
Jundiaí, 2020
The artists found the map in a restaurant located in Tiradentes -MG, during a trip. It was kindly donated to her by the restaurant owner (from the artist’s website).
El tapete usado en esta obra fue encontrado por la artista en un restaurante ubicado en Tiradentes-MG durante un viaje en 2020. Fue amablemente donado por el dueño del restaurante (del sitio web de la artista).
O capacho deste trabalho foi encontrado em um restaurante localizado em Tiradentes- MG durante uma viagem em 2020 e gentilmente doado pelo dono do restaurante (do site da artista).